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Segunda Liga

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Primeira Liga
  • Francisco Manteigueiro

    Iniciou-se no futebol num clube da então FNAT (hoje Inatel) – o extinto Estrela de S. Pedro, da Covilhã.
     
    Em 1951 inscreveu-se nos juniores do SC Covilhã, tendo efectuado um único jogo. Dando de imediato nas vistas, no ano seguinte jogou logo na primeira equipa.
     
    Com vinte anos ganhou um lugar na equipa principal do SC Covilhã, então na Primeira Divisão Nacional, emparceirando com atletas de renome, nomeadamente os irmãos Cavem (o Domiciano iria para o Benfica), Cabrita, Carlos Ferreira, Simony, Martin, Nicolau e Lanzinha.
     
    E, assim, nas épocas áureas do SC Covilhã na I Divisão Nacional, desde 1953/54 a 1961/62, não deixou de ser escolhido para integrar as equipas principais, inclusive, participou na Final da Taça de Portugal, com o Benfica, em 02-06-1957, sendo um dos esteios da sua equipa.
     
    Depois, seria ainda Campeão Nacional da II Divisão Nacional, na época 1957/58, e uma das suas pedras basilares, a par de Cabrita, Suarez, Rita, e outros.
     
    Marcou 16 golos durante a I Divisão, não obstante ter grandes goleadores como seus parceiros, nomeadamente Simonyi. Domiciano Cavem e Suarez, mas, já na fase derradeira do SCC na I Divisão Nacional, Francisco Manteigueiro ainda ajudaria a sua equipa com golos, sendo o melhor marcador, com seis, na época 1960/61.
     
    Veio depois a dar um grande contributo na II Divisão Nacional, jogando então com colegas mais novos, a quem terá incutido a sua garra e o seu exemplo, nomeadamente ao grande goleador, durante vários anos, do clube serrano – Fazenda.
     
    Para além da final da Taça de Portugal, já referida, integrou quase todas as equipas nos jogos da Taça, desde a época de 1954/55 a 1969/70, tendo marcado alguns golos, como o do empate, a uma bola, contra o FC Porto, no Estádio Santos Pinto, no dia 27 de Março de 1960.
     
    Foi pretendido pelos chamados clubes grandes do futebol nacional, com os quais não chegaria a acordo. Chegou a ser-lhe prometida a internacionalização pelo seleccionador Dr. Tavares da Silva, que, entretanto, falecera.
     
    Terminou a sua carreira de atleta, sempre ao serviço do SC Covilhã, em 1972, após 21 anos de envergar a sua camisola, pela qual sempre teve grande amor.
     
    Francisco Manteigueiro ainda serviu o SC Covilhã como treinador e dirigente, em vários mandatos, sempre de semblante alegre, como lhe era peculiar.
     
    Viria ainda a treinar o Desportivo de Castelo Branco, o Belmonte, Teixosense, Benfica e Castelo Branco, Benfica do Tortosendo, Unhais da Serra e Associação Desportiva da Guarda.
     
    Esteve também envolvido na vida autárquica e associativa, onde sempre granjeou muitos amigos..
     
    In “Tribuna Desportiva” de 15.11.2011, e no “Notícias da Covilhã” e “Jornal do Fundão” de 17.11.2011
  • Fernando Cabrita

    Fernando Cabrita que nasceu a 1 de Maio de 1923 em Lagos, iniciou a sua carreira no clube da sua terra natal, o Esperança de Lagos, representando em seguida o Olhanense e o Angers de França, antes de ingressar no Sporting Clube da Covilhã.
     
    Envergou a camisola dos leões da serra durante seis épocas, contribuindo durante esse tempo para os maiores feitos desportivos do clube serrano, tendo conquistado o 5º lugar na 1ª divisão em 1955/1956 e sendo finalista da Taça de Portugal em 1956/1957.
     
    Sempre se mostrou um grande profissional e um homem de elevada conduta dentro e fora de campo. Como treinador esteve várias vezes no Benfica, passando ainda por Portimonense, União de Tomar, Rio Ave, Académico de Viseu, Penafiel, Estrela da Amadora e Esperança de Lagos, o último clube que orientou, em 1992/93.
     
    Cabrita trabalhou em 1987/88 e em 1990/91 no Raja Casablanca, conquistando o título de campeão de Marrocos. Fernando Cabrita foi 11 vezes internacional pela Seleção Portuguesa (7 na Seleção A e 4 na Seleção B), como técnico ficou ligado em 1984 à qualificação da Seleção Nacional para o Campeonato da Europa, em França, onde chegaria às meias-finais dessa mesma competição, sendo eliminado pela seleção francesa.
  • Victoriano Suarez Montero

    Suarez era natural de Redondela, arredores de Vigo, em Espanha e chegou ao SCC na época de 1955/1956, proveniente do Hércules de Alicante que militava na altura no campeonato principal em Espanha.

     

    Permaneceu no SCC cinco temporadas marcou 72 golos em 113 jogos no Campeonato Nacional, foi o melhor marcador da Taça de Portugal em 1956/1957 com 15 golos marcados, disputando nessa mesma época a Final da prova frente ao Benfica no Estádio Nacional, onde viriam a perder por 3-1.

     

    Suarez era avançado-centro, tinha um remate potente e certeiro era um finalizador nato.

     

    Mais tarde, com a descida do SCC aos escalões inferiores, transferiu-se para o Belenenses tendo representado ainda o Vitória de Setúbal e o Salgueiros.

  • Jorge Nicolau

    Natural de Monçambique, iniciou a sua carreira no Desportivo de Lourenço Marques e em Portugal representou para além do "Leões da Serra" o União de Coimbra.
     
    Jogou na SC Covilhã entre os anos de 1953 e 1959 tendo sido um dos jogadores que jogou a final da Taça de Portugal frente ao SL Benfica em 1955/56.
     
    Era defesa central, de grande garra e fisicamente muito forte, marcando muitos golos de cabeça que era o seu forte.
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